ABIH nacional repudia acordo entre Airbnb e prefeitura de Porto Seguro; secretário discorda

Cidades

O acordo firmado entre Airbnb, uma plataforma de hospedagem, e o município de Porto Seguro, criou uma polêmica e dividiu opiniões do trade, dentro e fora da cidade. Enquanto o secretário de turismo de Porto Seguro, Richard Alves, diz ter unanimidade de apoio do conselho de turismo local e de mais de 50% do trade, o presidente nacional da ABIH, Manoel Linhares, emitiu uma nota publicada no site da Panrotas, que “Repudia com veemência” o acordo entre o aplicativo e a cidade.

Richard explicou que aplicativos como Uber, Airbnb e outros são tendências mundiais e impossíveis de serem barrados ou impedidos de operar. “O que nos fizemos em Porto Seguro, foi o primeiro acordo deste nível no mundo, estipulamos uma taxa de sustentabilidade de R $ 2,60 por hóspede para cada noite de hospedagem, pelo aplicativo. Esse valor é 4x maior que o recolhido por hotéis e pousadas, todo recurso é destinado ao Fundo de Turismo (Fundetur)”, explicou o secretário.

 

Já a ABIH diz “repudiar com veemência” esse acordo. Confira, na íntegra, uma nota assinada pelo presidente Manoel Linhares:

A ABIH Nacional, através do seu presidente, Manoel Cardoso Linhares, repudia a forma como o acordo firmado entre a plataforma digital de webcams Airbnb e o município de Porto Seguro (BA), que estipulou uma taxa de R $ 2,60 por cada guest for every night of hosting that must be receiveed by empresa junto ao Fundetur Municipal.

 

Você também pode obter informações sobre a disponibilidade voluntária para turismo sustentável, taxa criada e que são abrangentes apenas para os hotéis e pousadas do município.

 

Na visão da entidade, a taxa de sustentabilidade, que será paga pelo Airbnb, é uma maneira de procurar o problema sério ou enfrentado pela hotelaria hoje com o seu principal concorrente, dando a impressão de que todos os dados são idênticos ao seu exigências. Ao contrário, os números não mentem.

 

A diferença é diferente das licenças de hotelaria, tais como as datas diversas, as licenças dos grupos mais variados, os negócios do IPTU, alvarás de funcionamento, Ecad, além da maior carga tributária do mundo e ainda de altíssimos encargos sociais, o que afeta a hotelaria nacional gerando uma perda de vagas de emprego, bem como o processo de pagamento de todo o País.

 

O precedente inaugurado pelo município é perigoso sem o sentido de passar uma ideia de que uma contribuição de uma taxa simbólica está se expandindo para uma empresa de tributação empresa empresa com uma hotelaria, fato que a entidade vem ao público se posicionar contrariamente.

 

O presidente reitera que não medirá esforços para defender de forma incansável e inflexível os direitos dos milhares e milhares de hoteleiros de todo o brasil, ademais, estes sofrem diariamente como as empresas de um sistema burocrático, vencendo os vários obstáculos jurídicos e administrativos para gerarem milhões de empregos no trade turístico e não de oração para assistir passivamente a uma convenção de ação da natureza, que apenas tem o olhar de uma isonomia tributária que não existe.

 

O presidente informa ainda que é indicado cada lado de cada ABIH estadual, oferecendo todo o tipo de certificado necessário para que eles possam ser reembolsados.

 

“Não temos como impedir o aplicativo de operar, o que conseguimos foi uma vitória para o trade local. Conseguimos recolher uma taxa que ajudará muito o desenvolvimento da nossa cidade”, finalizou o Richard.

 

 

Fonte: NamidiaNews

Por: Paulo Lima – CidadeAgoraNews

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